terça-feira, novembro 08, 2011

MENSAGEM DE CORAGEM ( sem imagens )





CADA LAGRIMA QUE CHORAS,
É UM PEDAÇO DE TI.
CADA SUSPIRO QUE SOLTAS,
ARRANCAS UM PEDAÇO DE MIM.



NÃO TE POSSO VER ASSIM,
A SOFRER POR QUEM NÃO TE MERECE.
VEM PARA JUNTO DE MIM,
PARTILHA ESSA DOR QUE TE ENFRAQUECE.



A VIDA NÃO TEM SIDO COMPANHEIRA,
E TEM-TE PASSADO AO LADO.
NÃO MERECES VIVER DESSA MANEIRA,
NÃO PODE SER ESSE O TEU FADO.



SABES QUE PODES CONTAR COMIGO,
SEMPRE A QUALQUER HORA E LUGAR.
SOU ACIMA DE TUDO TEU AMIGO,
E COM ESSA AMIZADE PODES CONTAR.


AGORA NÃO CHORES MAIS,
NÃO SOLTES MAIS SUSPIROS
NESSE ABISMO VAIS VER QUE NÃO CAIS.



TENS AQUI UM OMBRO PRA TE APOIAR
PARA TE AFASTAR DESSES FANTASMAS INIMIGOS
ACREDITA EM MIM TUDO VAIS SUPERAR.





Escrito por L.R.C.

quinta-feira, novembro 03, 2011

CINZENTO



LÁ FORA TUDO CINZENTO.
AQUI VIVE-SE O MOMENTO.
COM PAIXÃO E ARDOR,
COM MUITO SEXO E AMOR.


CADA PRECIOSO MINUTO,
VIVIDO NESTE MUNDO LOUCO,
É POUCO PARA SER VIVIDO,
DE OUTRA FORMA QUE NÃO SEJA SENTIDO.
POIS ESSE JÁ NÃO TORNA,
E ASSIM NO CINZENTO,
SÓ CONTA O MOMENTO.







AMOR, SEXO;
PAIXÃO, TESÃO,
PALAVRAS SEM NEXO.
QUANDO PERDIDAS NO TEMPO,
SEM TER UM MOMENTO,
MESMO QUE SEJA CINZENTO.





Escrito por L.R.C.

sexta-feira, outubro 21, 2011

Frasco n.º 13





Um brasileiro estava a caminhar numa rua do Porto e viu uma placa que dizia:
'Clínica Médica: tratamos qualquer doença; resultado garantido ou devolvemos
o seu dinheiro a dobrar'.

O homem pensou: 'Estes portugas acham-se muito espertos, mas vou já enganá-los
e ainda por cima facturar alguma grana'.
Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico recebeu-o sorridente:

'Bom dia, o que o traz por cá?'

'Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi o meu paladar, não consigo
sentir o gosto de nada; água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de
gosto'

E o médico: 'Ah, sim senhor. Enfermeira, por favor traga-me o frasco número
13.'

E veio um frasco cheio de merda; o médico encheu uma colher e enfiou-a na
boca do paciente.

'O que é isso? O senhor deu-me merda?!! Tá doido?'

E o médico imediatamente: 'Pronto, recuperou o seu paladar, está curado!!!'

O brasileiro saiu lixado da vida pensando:
'Desgraçado, desta vez apanhou-me; mas agora tenho que recuperar o meu
dinheiro. Tenho de pensar em algo infalível'.

Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e....'

Ora, ora, o senhor aqui outra vez?!'

E o paciente:
'Desculpe, não percebi, o que quer dizer com isso ,outra vez? Quem é o
senhor, quem sou eu?
Perdi minha memória. O que é que estou a fazer aqui?'

O médico sem pestanejar: 'Ah, estou a ver, Enfermeira, o frasco 13, por
favor!'

'O frasco 13 outra vez, porra!!!'

'Maravilhoso, recuperou a memória, está curado!!!'

E o brasileiro, pior que estragado da vida:

'Mas que grande filho-da-----!!! Levou-me o dinheiro outra vez. Não é
possível!!! Desta vez não lhe vou dar chance...

Uma semana depois lá estava ele de novo...

'Mas vejam só, o senhor novamente!!!. Em que posso ajudá-lo dessa vez?

'Pois é doutor, estou perdido de vez, perdi a vontade. Não sinto vontade de
comer ninguém.
Vejo a Catarina Furtado, a Angelina Jolie, a Shakira, a Carla Perez, as
dançarinas do Gallery e nada... não tenho vontade nenhuma...'

O médico pensou um pouco e solicitou: 'Enfermeira, o frasco...'

Diz o brasileiro muito depressa e enraivecido:

'Se vier com essa merda do frasco 13 mais uma vez eu fodo-o, doutor!!!
Fodo-o a si, à enfermeira, à menina da recepção e a toda a gente desta
clínica filha-da-puta! Fodo-os a todos!!!'?

'Pronto, já recuperou o seu tesão novamente, já está curado!!!'...

Frasco nº 13 resulta!!


quinta-feira, outubro 20, 2011

UMA LIÇÃO


Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas tinha, uma vez, chumbado uma turma inteira.
Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo". 

O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe.
Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames." 

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas".  
Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria.
Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores... 

Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores. 

Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado! 

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. 

Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da media das notas.
Portanto, agindo contra os seus principios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos.
O resultado, a segunda média dos testes foi 10.
Ninguém gostou. 

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.
As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma.

A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça quepassaram a fazer parte daquela turma. 
No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.
Portanto, todos os alunos chumbaram...
Para sua total surpresa. 

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado. 

"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável." 

O pensamento abaixo foi escrito em 1931. 

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos.
O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém. 

Quando metade da população descobre que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, chegamos ao começo do fim de uma nação.